Durante a incorporação, a entidade não “entra” no corpo do médium, nem o toma pra si.

Você Sabia?

A mediunidade de incorporação é um fenômeno antiquíssimo e tem sido praticada há vários séculos por diversas culturas. Ela constitui uma das bases do trabalho Umbandista. Por meio dela, temos a larga comunicação ou intercâmbio com o outro plano da vida, ou seja, através desta mediunidade recebemos as Divinas advertências, ilustrações e consolações, trazidas pelos Guias Espirituais que humildemente se apresentam como Caboclos, Pretos-Velhos, Guardiões, etc.

Ainda hoje, há quem traga medos e receios quanto a este fenômeno mediúnico, por entender que se trata de um “transe descontrolado”, ou falando o português claro, um espírito entrando no seu corpo e assumindo o controle dele, independentemente da sua vontade, ou seja, uma possessão. Neste artigo vamos entender que não é bem assim que funciona.

Em primeiro lugar, para que tal manifestação possa acontecer, é necessário que haja uma sintonia entre a vibração do médium e a vibração da entidade espiritual, ou seja, o médium que mantém bons pensamentos, voltados ao amor e a caridade para com o próximo, irá atrair para perto de si Guias Espirituais de muita luz e conhecimento. Já aquele médium que mantém pensamentos infelizes e negativos, atrairá espíritos densos, trevosos e malévolos. Por isso a firmeza de pensamentos durante os rituais umbandistas é extremamente recomendada pelos dirigentes espirituais.

Sabemos que o nível vibratório dos Guias Espirituais de luz é mais alto que o nosso. Quando o médium se concentra e eleva seus pensamentos a Deus, seu nível vibratório sobe. Nesse momento o Guia Espiritual desce um pouco seu próprio nível vibratório para que haja uma equalização, e adentra o campo da aura do médium. Então o Guia liga seus pontos energéticos aos pontos energéticos do corpo do médium, concluindo assim o processo chamado acoplamento áurico.

A partir daí, durante as consultas, ele se utiliza de uma conexão mental para transmitir ideias, palavras, gestos e energias para o médium, que fica servindo como ponte entre ele e o consulente. Entendemos então que a incorporação é um processo onde o médium fica sob forte intuição do Guia, num estado consciente ou semiconsciente. Muitas pessoas acreditam que a “melhor” incorporação seja totalmente inconsciente, esquecendo-se de que muito podem aprender e evoluir presenciando os ensinamentos e atitudes de seu Guia Espiritual às outras pessoas.

Texto: Templo Escola Tríade.
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