Uma mesma entidade pode se apresentar em mais de uma linha de trabalho

Você Sabia?

Caboclos, Baianos, Marinheiros… Qualquer pessoa que frequenta um Centro de Umbanda deve estar bem familiarizada com estas linhas de trabalho. Agora imagine este exemplo: O mesmo espírito, numa gira de Pretos-Velhos pode se apresentar com o nome de Joaquim da Angola, e em outra ocasião, numa gira de Guardiões pode fazê-lo com o nome de Tranca Rua das Almas. Parece estranho pra você? Pois saiba que isso é muito comum.

Isso ocorre pois as linhas da Umbanda, como Boiadeiros, Pretos-Velhos, Guardiões, representam apenas roupagens de trabalho, como um uniforme que o espírito veste no momento em que se coloca à disposição dos trabalhos junto a nós encarnados. Esses “uniformes” de trabalho têm apenas a função de nos ajudar a entender com mais facilidade o trabalho que aquele espírito está desempenhando naquele momento, de forma que possamos nos identificar com ele, afinal, somos todos irmãos perante Deus.

Há quem prefira se consultar com um sério e focado Caboclo, e há também aquele que prefira uma boa prosa com um brincalhão e sábio Preto-Velho, por exemplo. Os espíritos trabalhadores da luz não tem preguiça, e fazem o que for preciso para nos passar seus ensinamentos, sempre levando em conta nossa capacidade de entendimento.

Texto: Templo Escola Tríade

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